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Nihatcan Yanik
Escrito por Nihatcan Yanik,Redator
Erhan Kahraman
Revisado por Erhan Kahraman,Editor da Equipe

Exchange de criptomoedas integra a Solana para oferecer acesso a ativos de 'long tail'

Ao indexar mais de um milhão de ativos das redes Solana e Base, a exchange está atuando como uma camada de interface (UI) para as finanças descentralizadas, reduzindo o atrito do trading onchain.

Exchange de criptomoedas integra a Solana para oferecer acesso a ativos de 'long tail'
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A Coinbase integrou a negociação em DEXs das redes Solana e Base diretamente em seu aplicativo principal, ampliando sua oferta de ativos para mais de um milhão e automatizando para os usuários a criação de carteiras, o pagamento de taxas de gas e o roteamento de ordens.

Durante anos, o mercado cripto esteve dividido em dois mundos distintos. De um lado, as exchanges centralizadas: seguras, em conformidade regulatória e fáceis de usar, porém limitadas a uma lista curada de ativos. Do outro, o ambiente de alta velocidade das finanças descentralizadas (DeFi), onde novos tokens são lançados a todo momento.

Em nenhum lugar essa divisão é mais visível do que na rede blockchain Solana. A rede se consolidou como um grande polo de atividade onchain, com mais de 50 milhões de endereços ativos mensais e cerca de 3,5 bilhões de transações por mês.

Com US$ 3,3 trilhões em volume de negociação, a Solana é onde ocorre uma parcela relevante da descoberta de preços do mercado. Ainda assim, para o trader médio, acessar a “cauda longa” de ativos da Solana normalmente exige sair da segurança do app de sua exchange principal.

A exchange cripto Coinbase deu um passo para fechar essa lacuna. Ao integrar suporte à Solana e à rede de camada 2 Base, a plataforma expandiu seu universo negociável de cerca de 260 ativos para mais de um milhão.

Simplificando o processo de autocustódia

Historicamente, participar do lançamento de um novo ativo na Solana exigia fôlego técnico. Traders precisavam configurar uma carteira de autocustódia, proteger a seed phrase, comprar Solana (SOL), fazer bridge dos fundos para a rede e navegar manualmente em uma DEX para encontrar liquidez. Cada etapa adicionava atrito e risco de erro operacional.

A nova integração reduz grande parte dessa complexidade por meio de abstração na camada de interface. Agora, os usuários podem buscar ativos da Solana ainda não listados dentro do próprio app principal da Coinbase e negociá-los pouco depois de serem indexados onchain. Embora a experiência se pareça com a de uma ordem comum em exchange centralizada, a mecânica por trás é diferente.

Nos bastidores, o sistema varre automaticamente a liquidez disponível nas principais DEXs para executar a operação. Os ativos ficam armazenados em uma carteira dedicada de autocustódia criada para o usuário. O modelo foi desenhado para manter as chaves sob controle do comprador, ao mesmo tempo em que remove a complexidade operacional.

Removendo mais uma camada de atrito

Um dos maiores obstáculos para a adoção de DeFi sempre foi a complexidade das taxas de gas e do processo de bridge entre redes. Normalmente, comprar um token em uma rede descentralizada exige possuir o token nativo (como SOL) para pagar os custos de transação. A Coinbase simplificou isso ao permitir que usuários negociem ativos descentralizados usando USDC (USDC).

Com isso, desaparece a necessidade de calcular gas ou gerenciar múltiplos saldos. Para reduzir ainda mais a barreira de entrada, a plataforma subsidia as taxas de gas nessas negociações e elimina o spread normalmente presente em ativos negociados em DEX. Para assinantes do Coinbase One, explorar o ecossistema descentralizado passa, na prática, a não ter taxas de transação.

Segurança em um ambiente sem permissão

Acesso a todo o ecossistema da Solana significa operar em um ambiente sem permissão — e com riscos inerentes. Para mitigar isso, a integração aplica padrões de compliance e segurança da plataforma ao universo descentralizado.

O acesso é aberto, mas não sem filtros. Ativos sinalizados por provedores terceirizados como maliciosos ou fraudulentos são bloqueados, evitando que usuários interajam com honeypots ou golpes comuns no mercado aberto de DEXs. A interface também apresenta dados de mercado e indicadores de risco derivados de informações onchain.

O resultado é um portfólio unificado, no qual ativos consolidados convivem com tokens em estágio inicial das redes Solana e Base em uma única visualização. À medida que redes como a Solana continuam gerando alto volume de atividade, integrações que reduzem atrito tendem a ter papel crescente na forma como usuários acessam mercados onchain.

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