Blockchain é a tecnologia do agora: Entrevista com Anneliya Garifulina

Modelo, apresentadora de TV, celebridade on-line - a bela Anneliya Garifulina também faz parte da comunidade de criptomoedas quase desde o início.

Anneliya mudou-se para Moscou de Taipei há dois anos, depois de ter trabalhado na TV taiwanesa e obter um grande exército de fãs. Saindo com amigos que trabalham na indústria de TI a familiarizou com o criptomundo desde 2011.

Anneliya Garifulina

Além disso, ela está envolvida como embaixadora do Blockchain na Botanico, a primeira agência de modelos que fornece o ambiente para que as mulheres se integrem com a comunidade cripto. A Botanico também oferece contratar modelos e delegar a elas autoridade para anúncios e promoções. Isso ajudará a chamar a atenção para o projeto, tornando a indústria Blockchain mais vívida.

Hoje, a Cointelegraph fala com Anneliya Garifulina sobre Blockchain e o que isso tem a ver com ser modelo.

Cointelegraph: qual foi sua primeira reação depois de se tornar uma embaixadora Blockchain?

Anneliya Garifulina: Quando a Botanico me pediu para participar da campanha de embaixadora Blockchain, pensei que agora estou no tema em que todos estão falando. Isso é bem legal.

CT: O que você fez em Taiwan? Nós sabemos que você trabalhou lá por um bom tempo.

AG: Na primeira vez que visitei Taiwan, apaixonei-me pelo país e pela cultura. Em algum momento eu decidi me mudar e ficar lá por cinco anos. Comecei a aprender chinês e consegui começar a falar depois de dois meses de estudo.

CT: É necessário para uma modelo trabalhando em Taipei aprender chinês?

AG: Na verdade não. Mas eu era uma convidada em um programa taiwanês de entrevistas para estudantes, então eu tive que falar para chamar a atenção para minha personalidade. Isso funcionou porque eu era muito popular no Facebook.

CT: Anneliya, sua experiência parece extraordinária, mas como você se interessou por Blockchain?

AG: Pessoalmente eu "googleio" praticamente tudo, porque tenho curiosidade. A tecnologia nunca me assustou e nunca tive problemas, digamos, de configurar um roteador sozinha. Eu me familiarizei com o Bitcoin em 2011.

Anneliya Garifulina

CT: Quem a apresentou à indústria de criptomoedas?

AG: Eu tenho muitos amigos que trabalham na indústria de TI, e tenho certeza de ter ouvido o termo Blockchain deles quando não estava tão difundido como agora.

CT: Qual é a sua compreensão pessoal do Blockchain?

AG: Eu sei que isso ajuda com transações e funciona como um conjunto de blocos com dados. Globalmente, acho que não é a tecnologia do futuro, é a tecnologia de agora. Eu acho muito legal. Do que vejo na mídia, isso irá influenciar o mundo em breve.

CT: Você já ouviu a notícia recente sobre a China proibindo ICOs?

AG: Sim, é outra coisa interessante. A China está basicamente tentando banir dinheiro e poder. O governo ficou com medo de uma expansão tão vasta e acho que, eventualmente, isso pode levar à prosperidade do mercado negro.

CT: Como você conhece a nação e suas tradições, qual sua opinião pessoal sobre o impacto da proibição?

AG: Da minha experiência de mentalidade chinesa, os chineses encontrarão uma maneira de estar no negócio mesmo que ele seja banido. É assim que funciona. Tanto quanto sei, um quarto de todos os fundos arrecadados pelas ICO são chineses. Parece que eles acreditam mais na indústria mais, e a proibição pode não os deter.

CT: A Botanico ajuda modelos a se apresentarem à indústria Blockchain. Como você acha que os embaixadores do Blockchain podem ajudar a indústria em troca?

AG: Esta é uma ideia legal. Caras bonitas são necessárias para o Blockchain e os modelos estão felizes em ajudar. O Blockchain precisa ser popularizado. Muitas pessoas pensam que é uma tendência de mercado e estará morto até o final do ano que vem. Nós, modelos, estamos aqui para quebrar o viés do Blockchain com atenção para o mercado. É benéfico tanto para os modelos quanto para o mercado.

 


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