Após 62 dias da máxima de R$100 mil reais, o Bitcoin subiu de forma impressionante, atingindo os R$200 mil reais após subir 12% apenas nesta quarta-feira  (6) e mais de 30% apenas em 2021. 

Fonte: Tradingview

A alta do Bitcoin foi impulsionada em grande parte pelos conflitos políticos nos Estados Unidos, envolvendo a posse do presidente Biden. O conflito armado que ocorreu em Washington incendiou ainda mais o cenário de política nacional, que já vem sendo agravado pela nova variante do coronavírus, causando dessa vez, toques de recolher ao invés de lockdowns de proteção do coronavírus. 

Enquanto a narrativa do Bitcoin enquanto um ativo de proteção contra crises se fortalece, investidores internacionais aumentam seus aportes e geram o que está sendo conhecido como 'guerra armamentista do Bitcoin'. 

Como um ativo deflacionário e de suprimento limitado e pré-estabelecido, novos Bitcoin são criados de forma decrescente e tem um teto máximo. À medida que o interesse aumenta, mas não é possível aumentar a oferta de bitcoin em circulação para atender essa oferta, o preço do ativo sobe. 

Entretanto, em um cenário de crise generalizada, o Bitcoin parece ser a única resposta, por não ser influenciado diretamente por políticas institucionais de governos em particular. Dessa forma, as crises políticas aceleram dia após dia o processo de adesão e interesse da maior criptomoeda do mundo. 

Além do Bitcoin, outras altcoins também atingiram novos patamares. A XRM, token da Stellar tem sido beneficiada pelos problemas legais que a XRP enfrenta com a SEC, subindo mais de 100% em apenas um dia.  OEther, segunda moeda em capitalização do mercado também impressionou os investidores subindo mais de 70% desde que o dia começou. 

Além de novas máximas de preço, a capitalização de mercado das criptomoedas atingiu uma marca muito aguardada, o primeiro US $1 trilhão

Fonte: Tradingview