Resumo da notícia
Bitcoin sobe 3% e volta aos US$ 92 mil, impulsionado por forte acúmulo institucional e expectativas de corte de juros pelo Federal Reserve.
Indicadores técnicos reforçam o movimento, com rompimento da média de 100 dias e resistência imediata em US$ 92.800, enquanto analistas alertam sobre risco abaixo de US$ 85.200.
Liquidez crescente e maior uso de stablecoins fortalecem o cenário, mas volatilidade permanece elevada devido à reunião do Fed e ao comportamento das baleias.
11h
Yoandris Rives Rodríguez, gerente regional para América Latina na B2BINPAY
O fim da semana passada nos mercados da América Latina foi um típico passeio de montanha-russa, com algumas áreas em alta enquanto outras recuaram. O Bitcoin continua em sua fase de correção, e a liquidez acumulada durante a consolidação de novembro já foi praticamente absorvida. O Ethereum seguiu um padrão semelhante, mantendo seu bloco semanal de ordens apesar do baixo volume no fim de semana. No geral, o mercado de criptomoedas permanece tranquilo, movendo-se em linha com o sentimento global de risco.
Apesar da queda, o Brasil continua liderando a América Latina em transações totais de cripto, impulsionado por empresas que utilizam stablecoins para evitar altos custos cambiais e dificuldades de pagamento (somando-se a isso a volatilidade geral do real. Além disso, mais exchanges globais estão expandindo mercados locais de moeda fiduciária, e uma infraestrutura B2B de stablecoins mais robusta está se desenvolvendo. Assim, independentemente do preço ou das condições de mercado, as criptomoedas no Brasil estão se tornando cada vez mais fundamentais).
9h50
Ana de Mattos, Analista Técnica e Trader Parceira da Ripio.
Após atingir a resistência dos US$ 94.150 na última quarta-feira (03), o preço do Bitcoin recuou e atingiu a mínima de US$ 87.719 ontem (07). No entanto, rapidamente o preço encontrou demanda compradora e a principal criptomoeda do mercado retomou a alta e atingiu, até o momento desta publicação, a máxima de US$ 92.287.
Se houver continuidade da alta, as próximas resistências estão nas faixas de preços de US$ 94.500 e US$ 101.300.
Contudo, caso entre força vendedora e reverta o movimento, os suportes de curto e médio prazo estão nas regiões de liquidez dos US$ 88.970 e US$ 85.600.
9h30
Marco Aurélio Camargo, CIO da Vault Capital
Observando o lado comportamental, vemos sinais importantes de retomada do fluxo comprador, especialmente no mercado spot dos EUA.
A Coinbase Spot Indicator voltou a emitir sinal positivo. As compras à vista estão novamente predominando, algo que não víamos desde abril. Esse desequilíbrio comprador atingiu 0,31, um dos maiores do ano.
Historicamente, leituras nesse nível costumam marcar fundos locais ou antecipar reversões de tendência.
Os dados estruturais também ajudam a clarear o cenário:
Base de custo STH US$ 103,1 mil
Média dos investidores ativos: US$ 88 mil
Média real do mercado: US$ 81,4 mil
Preço realizado: US$ 56,4 mil
Estamos negociando acima da média dos investidores ativos, sinal de que o mercado sustenta uma base saudável, especialmente considerando que acabamos de atravessar um dos períodos de maior pessimismo do mercado
Além disso, temos apenas US$ 9,1 bilhões em shorts posicionados até a faixa de 100k.
Se o fluxo comprador continuar, a assimetria passa a trabalhar a favor dos touros: a liquidação de shorts pode acelerar o movimento de retomada.
A mensagem aqui é acompanhe o que o mercado está entregando agora, e não o que você gostaria que ele entregasse.
Teremos uma semana naturalmente volátil, mas com capacidade de gerar direção clara para o restante do mês.
Três cenários seguem na mesa:
Lateralidade, caso os dados maciços sejam neutros;
Retomada, caso o BTC consiga romper 93.500 e 95k;
Reteste dos desvios, caso os 88k–86k sejam perdidos novamente. A decisão do Fed será o centro absoluto da atenção.
O corte de juros já está parcialmente precificado, mas o que realmente importa é o tom do discurso de Powell.Uma postura mais alinhada ao mercado de trabalho reforça expectativas de cortes e tende a beneficiar ativos de risco: um tom centrado na inflação pode trazer mais cautela.
Gosto bastante da estrutura técnica que está se formando:
As médias de 9 e 21 ficaram próximas, lineares e sem inclinação de queda, algo essencial após puxadas fortes.
O RSI constrói fundos cada vez mais altos, sinal de força mesmo durante correções.
O MACD permanece positivo, reforçando a leitura de que a tendência de recuperação segue viva.
Os desvios foram testados, absorvidos e reconquistados, e agora o mercado está novamente construindo estrutura, como sempre faço questão de reforçar, formar fundo leva tempo.
Não é um processo instantâneo, não é “confirmadoˮ em um único candle. Primeiro o mercado bate, estabiliza, acumula e só então tenta expandir.
Este é um momento que exige:
atenção ao fluxo,
leitura das estruturas,
e acima de tudo paciência.
Tentativas de “adivinhar o fundoˮ seguem punindo quem trabalha pela emoção.
O mercado já decepcionou todos que tentaram antecipar o próximo movimento, e continuará fazendo isso enquanto houver decisões impulsivas. O papel do investidor aqui é ler o que o preço está mostrando agora, não o que ele “deveriaˮ mostrar. A estrutura está se ajustando, os sinais estão se alinhando e a formação de base é real, mas é um processo, não um evento.
A lição é aguarde, mantenha a paciência e deixe o mercado fazer o trabalho dele.
9h
Sarah Uska, analista de criptoativos do Bitybank
O mercado cripto fecha a semana com melhora de sentimento, embora ainda dentro de um ambiente de cautela global. O Bitcoin voltou para a faixa de $92.000 após um período de elevada volatilidade, apoiado pela expectativa de que o Federal Reserve anuncie um corte de juros na reunião de 10 de dezembro, movimento que ganhou força após novos sinais de enfraquecimento do mercado de trabalho americano.
As apostas de redução de 0,25 ponto passaram a dominar o cenário, o que estimulou uma migração gradual para ativos de risco. O open interest, que representa o total de contratos futuros ainda abertos, recuou para o menor nível desde abril, indicando redução de alavancagem e menor pressão especulativa. Ao mesmo tempo, as reservas de BTC nas exchanges seguiram em queda ao longo da semana e o índice de medo e ganância permaneceu em 24, mostrando que a melhora recente ainda ocorre em ambiente de prudência.
No Ethereum, o desempenho foi superior. A criptomoeda avançou cerca de 11% na semana, impulsionada pela aproximação do upgrade Fusaka, que deve trazer ganhos de eficiência e redução de custos em soluções de segunda camada. O fluxo dos ETFs de ETH indicou um movimento de realocação institucional ao longo da semana, com 3 de dezembro concentrando as maiores entradas e os demais dias alternando aportes moderados e saídas pontuais. Essa combinação reforçou a percepção de que investidores estão se posicionando de forma seletiva diante das mudanças previstas na rede.
Entre os ETFs de Bitcoin, o saldo semanal também foi positivo, apesar da alternância diária entre entradas e saídas. O interesse renovado por produtos à vista, somado à saída de capital de produtos vendidos, sugere reconstrução gradual do apetite institucional após o ajuste observado em novembro. Esse comportamento, aliado ao declínio consistente das reservas de BTC nas exchanges, contribuiu para a estabilização do mercado, embora os indicadores de sentimento continuem refletindo cautela.
Para a próxima semana, o foco permanece na decisão do Fed. O tom da comunicação após a reunião deve definir o apetite por risco no curto prazo e influenciar diretamente a dinâmica de fluxo dos ETFs. A evolução das reservas nas exchanges e o comportamento do capital institucional serão determinantes para avaliar a continuidade da recuperação. Tanto Bitcoin quanto Ethereum entram no período em posição mais favorável do que na semana anterior, porém ainda dependentes da confirmação do cenário macroeconômico americano.
8h30
Alex Adler Jr, analista da CryptoQuant
O índice Bull subiu para a zona de 23%, enquanto a versão rápida caiu para 18% - a divergência RÁPIDO
Assim, o Bitcoin mantém uma estrutura de alta confirmada, mas o enfraquecimento do ímpeto de curto prazo e a divergência entre os índices de volatilidade lenta e rápida sinalizam a necessidade de medidas defensivas.

O índice composto agrega seis componentes de mercado e on-chain, usando versões LENTA e RÁPIDA para determinar a estrutura do mercado. O gráfico mostra que a divergência entre RÁPIDO e LENTA historicamente surge antes de correções ou movimentos laterais prolongados. A divergência atual de -5,28 pontos ainda é moderada, mas este é o primeiro sinal desde o início do mês.
Com a proximidade da reunião do Fed nos dias 9 e 10 de dezembro e o anúncio da decisão sobre a taxa de juros no dia 10 de dezembro, o mercado estará em compasso de espera, com volatilidade elevada: os contratos futuros de Fed Funds atualmente precificam uma probabilidade de 85% de um corte de 25 pontos-base, para a faixa de 3,50% a 3,75%.
Portanto, qualquer desvio desse cenário base (tom mais agressivo e pausa
risco de a divergência se aprofundar e o índice RÁPIDO cair abaixo de 0%, sinais mais moderados
chance de o índice RÁPIDO se recuperar para a zona de +25% a +30%) pode amplificar o movimento.
7h30
O preço do Bitcoin (BTC), na manhã desta segunda-feira, 08/12/2025, está cotado em R$ 502.268,41. Após um final de semana morno, o BTC começa o dia com uma forte alta de 3% voltando para US$ 92 mil, mas os analistas ainda estão receosos e apontam que somente uma quebra sustentada de US$ 95 mil pode mudar o cenário no curto prazo.
Por que o Bitcoin subiu hoje?
A alta começou a ganhar força logo após novos sinais de acumulação institucional, que reforçaram a tese de que grandes empresas continuam ampliando sua exposição ao Bitcoin mesmo com a queda recente. Entre os destaques, está a listagem da Twenty One Capital na NYSE, marcada para 9 de dezembro. A empresa, que atualmente detém 43.034 BTC, movimentou fundos antes de estrear na bolsa, o que foi interpretado como preparação para uma presença mais forte no mercado regulado.
Além disso, a parceria anunciada entre DDC Enterprise e Animoca Brands, envolvendo um fundo de US$ 100 milhões para estratégias de tesouraria em Bitcoin, surpreendeu investidores. O acordo chamou atenção por seguir a mesma lógica que colocou a MicroStrategy entre os maiores detentores corporativos de BTC. Assim, o mercado passou a enxergar um novo ciclo de adesão institucional, mesmo com as saídas de ETFs que somaram mais de US$ 16 bilhões nos últimos 30 dias.
Enquanto isso, indicadores técnicos também ajudaram a sustentar a recuperação do Bitcoin. O ativo rompeu a resistência dos US$ 88.500, justamente onde se encontra a média móvel exponencial de 100 dias. Esse rompimento acionou sinais positivos no gráfico e alimentou compras automáticas que aceleraram o avanço do preço. Mesmo com o momento ainda pressionado, o histograma do MACD virou para campo positivo, reforçando a expectativa de recuperação gradual.
O BTC, porém, ainda enfrenta uma barreira importante na região de US$ 92.800, localizada na média móvel de 50 dias. Se esse nível for rompido com força, analistas já projetam um possível avanço em direção ao próximo alvo técnico no Fibonacci de 23,6%, perto de US$ 101.110. Por outro lado, um retorno abaixo de US$ 85.200, na banda inferior de Bollinger, levaria o ativo a testar novamente as mínimas de abril.”, disse Mike Ermolaev, analista e fundador da OutsetPR.
A mudança de humor do mercado também foi impulsionada por declarações de figuras conhecidas da indústria. O investidor Mike Alfred, por exemplo, voltou a afirmar que o Bitcoin pode atingir US$ 315 mil, citando o que chamou de “tsunami de liquidez” que viria de fundos institucionais. Em paralelo, um relatório recente da Bitwise revelou que a Universidade de Harvard agora possui uma alocação em Bitcoin duas vezes maior que sua exposição a ETFs de ouro, com US$ 443 milhões contra US$ 235 milhões.
Esse tipo de notícia costuma influenciar fortemente o comportamento de investidores tradicionais, especialmente em momentos em que o varejo demonstra cautela. O Fear & Greed Index, por exemplo, marcou 24/100, indicando forte medo. Apesar disso, o preço subiu, o que sugere espaço para uma possível retomada caso o sentimento se normalize.
O movimento de hoje também reforça o papel das narrativas otimistas, que voltaram a ganhar força após um período marcado por preocupações com liquidez. Mesmo com a queda mensal, o Bitcoin mostrou resiliência técnica e recebeu apoio de decisões corporativas estratégicas que fortalecem sua posição como ativo de reserva.
O que permanece em aberto é se o mercado está apenas reagindo a sinais pontuais ou se este é o início de um novo fluxo de compras institucionais. O comportamento da Twenty One Capital após sua estreia na NYSE será observado de perto, assim como a evolução do domínio do BTC, que atualmente está em 58,68%. Esses fatores indicam se haverá migração de capital para altcoins ou se o Bitcoin continuará liderando o impulso de alta.
Bitcoin cenário macroeconômico
André Franco, CEO da Boost Research, destaca que os mercados asiáticos abriram com cautela enquanto investidores digeriam a iminente reunião de política monetária do Fed, em que um corte de juros de 25 bps é fortemente esperado, com estimativas ao redor de 85%.
Os futuros de títulos dos EUA registraram leve alta nos rendimentos, o dólar se estabilizou após recentes quedas, e commodities como petróleo e metais industriais apresentaram leve valorização diante da expectativa de estímulo global. Já o Bitcoin, cotado aproximadamente em US$ 91.200, apresenta uma expectativa de curto prazo moderadamente positiva.
A expectativa de corte de juros pelo Fed, combinada com a estabilização do dólar e o aumento da liquidez global, podem atrair fluxo para criptoativos. Mas como o mercado já precifica a alta, o impulso provavelmente será moderado, com possibilidade maior de consolidação ou uma subida gradual do que de uma alta abrupta.
Uma análise da Bingx destaca que um dos elementos que influenciou a alta atual foram as stablecoins. Na semana passada as stablecoins registraram entrada líquida de capital, com o suprimento aumentando em cerca de US$ 90 milhões, à medida que investidores retornaram ao mercado cripto após saídas anteriores. O crescimento foi liderado por novos produtos ou produtos focados em rendimento, com alguns deles expandindo entre 6% e 7% semana a semana.
PYUSD e USDC também adicionaram suprimento significativo no mês. A demanda renovada vem tanto de estratégias DeFi quanto de fluxos mais institucionais. Ainda assim, uma série recente de perdas de paridade entre stablecoins descentralizadas elevou a percepção de risco e reforçou a preferência do mercado por stablecoins totalmente colateralizadas ou geridas de forma centralizada.”, destaca a exchange.
Bitcoin análise técnica
Para muitos analistas, a chave está no que acontecerá nesta quarta-feira. O anúncio da taxa de juros do Federal Reserve e a fala do presidente da instituição, Jerome Powell, devem direcionar o sentimento do mercado nos próximos dias. Em um ambiente ainda pressionado por incertezas, qualquer orientação sobre cortes ou manutenção dos juros pode provocar movimentos rápidos em todos os ativos de risco.
Além disso, indicadores on-chain reforçam o cenário de alta. Os saldos de Bitcoin mantidos em exchanges continuam em níveis historicamente baixos, limitando a oferta disponível para venda. Ao mesmo tempo, stablecoins enviadas para corretoras mostram que existe liquidez pronta para ser alocada assim que houver um gatilho claro de compra. Essa combinação — pouca oferta e poder de compra crescente — tende a sustentar movimentos positivos, desde que não haja choques externos.
No entanto, esse otimismo não elimina riscos importantes. Caso o Federal Reserve sinalize chances menores de corte de juros em dezembro, ativos de risco podem enfrentar pressão imediata. Outro alerta envolve eventuais saídas expressivas de ETFs de Bitcoin ou um aumento repentino de BTC enviado por baleias para exchanges, o que normalmente indica intenção de venda. Dados macroeconômicos mais fortes que o esperado, especialmente no mercado de trabalho, também podem mudar o rumo da narrativa.
Em relatório enviado ao Cointelegraph Brasil, Timothy Misir, chefe de pesquisa da BRN, resumiu o momento com cautela.
“O cenário está construtivo abaixo da superfície, porque grandes carteiras estão acumulando e o estoque nas exchanges permanece historicamente baixo”, afirmou o analista. No entanto, ele alertou que o clima político e macroeconômico ainda domina o sentimento do mercado. “O entusiasmo do varejo aumenta a probabilidade de movimentos bruscos antes da decisão do Fed”, acrescentou.
Misir também orientou investidores a manter uma estratégia flexível nos próximos dias. “É uma semana para operar taticamente”, destacou. “Preserve liquidez, aumente posições em BTC ou ETH apenas quando houver demanda clara no mercado à vista ou entradas nos ETFs, e use a janela do Fed para reforçar proteções.” Segundo ele, apenas um rompimento firme da faixa entre US$ 95 mil e US$ 106 mil confirmaria uma tendência sólida de alta. Caso contrário, o movimento atual pode se revelar uma breve recuperação dentro de um período mais amplo de consolidação.
Portanto, o preço do Bitcoin em 08 de dezembro de 2025 é de R$ 502.268,41. Neste valor, R$ 1.000 compram 0,0019 BTC e R$ 1 compram 0,0000019 BTC.
As criptomoedas que estão registrando as maiores altas no dia 08 de dezembro de 2025, são: ZCash (ZEC), Canton (CC) e SPX6900 (SPX), com altas de 16%, 13% e 11% respectivamente.
As criptomoedas que estão registrando as maiores baixas no dia 08 de dezembro de 2025, são: Memecore (M), MYX Finance (MYX) e Nexo (NEXO), com quedas de -3%, -2% e -1% respectivamente.
O que é Bitcoin?
O Bitcoin (BTC) é uma moeda digital, que é usada e distribuída eletronicamente. O Bitcoin é uma rede descentralizada peer-to-peer. Nenhuma pessoa ou instituição o controla.
O Bitcoin não pode ser impresso e sua quantidade é muito limitada – somente 21 milhões de Bitcoin podem ser criados. O Bitcoin foi apresentado pela primeira vez como um software de código aberto por um programador ou um grupo de programadores anônimos sob o codinome Satoshi Nakamoto, em 2009.
Houve muitos rumores sobre a identidade real do criador do BTC, entretanto, todas as pessoas mencionadas nesses rumores negaram publicamente ser Nakamoto.
O próprio Nakamoto afirmou ser um homem de 37 anos que vive no Japão. No entanto, por causa de seu inglês perfeito e seu software não ter sido desenvolvido em japonês, há dúvidas sobre essas informações. Por volta da metade de 2010, Nakamoto foi fazer outras coisas e deixou o Bitcoin nas mãos de alguns membros proeminentes da comunidade BTC.
Para muitas pessoas, a principal vantagem do Bitcoin é sua independência de governos mundiais, bancos e empresas. Nenhuma autoridade pode interferir nas transações do BTC, importar taxas de transação ou tirar dinheiro das pessoas. Além disso, o movimento Bitcoin é extremamente transparente - cada transação única é armazenada em um grande ledger (livro-razão) público e distribuído, chamado Blockchain.
Essencialmente, como o Bitcoin não é controlado como uma organização, ele dá aos usuários controle total sobre suas finanças. A rede Bitcoin compartilha de um ledger público chamado "corrente de blocos" (block - bloco, chain - corrente).
Se alguém tentar mudar apenas uma letra ou número em um bloco de transações, também afetará todos os blocos que virão a seguir. Devido ao fato de ser um livro público, um erro ou uma tentativa de fraude podem ser facilmente detectados e corrigidos por qualquer pessoa.
A carteira do usuário pode verificar a validade de cada transação. A assinatura de cada transação é protegida por assinaturas digitais correspondentes aos endereços de envio.
Devido ao processo de verificação e, dependendo da plataforma de negociação, pode levar alguns minutos para que uma transação BTC seja concluída. O protocolo Bitcoin foi projetado para que cada bloco leve cerca de 10 minutos para ser minerado.
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