Enquanto muitos em Wall Street estão se indo atrás do CEO do JP Morgan, Jamie Dimon e seu vitriol contra o Bitcoin, há outros que são muito menos céticos.
Outra grande instituição financeira em Wall Street, o Morgan Stanley, teve seu CEO James Gorman saindo e dizendo que o Bitcoin não é uma fraude, nem mesmo uma "moda".
Atrações potenciais
Enquanto Gorman não se posicionou como um firme defensor do Bitcoin, ele destacou as atrações potenciais e deu sua opinião de que há um futuro para a moeda digital.
Gorman disse que o Bitcoin é pelo menos "mais do que uma moda" e que a privacidade e o controle que oferece são atraentes.
"Eu não investi nele. Eu conversei com muitas pessoas que o possuem. É obviamente altamente especulativo, mas não é algo que é inerentemente ruim. É uma consequência natural de toda a tecnologia Blockchain".
Gorman até até dirigiu críticas à quantidade de controle e privacidade de nível que os bancos têm sobre o dinheiro de outras pessoas afirmando: "É interessante por causa do que ele diz ao sistema bancário central sobre o controle dessa [privacidade]".
Exibições conflitantes
Wall Street continua a ser dividida em linhas Bitcoin, com algumas no campo de Dimon, enquanto outras têm diferentes níveis de suporte ao Bitcoin e suas afiliadas, bem como sua tecnologia subjacente.
O papo de bolhas esteve nas bocas de muitos investidores que não desejam ter qualquer relação no caso de tudo acabar em um grande estouro.
No entanto, existem alguns como o gerente do Former Fortress Investment Group, Mike Novogratz, que está feliz em apoiar o Bitcoin enquanto o chamam de bolha, com a esperança de lucrar enquanto ainda há ar dentro da bolha.
Questão da regulamentação
Gorman, bem como o Morgan Stanley como entidade, perguntam-se sobre o efeito da regulamentação, e quando os governos começarão a se envolver.
Na verdade, a China ditou o ritmo com uma abordagem dura para com as ICOs e casas de câmbio nos últimos tempos.
Gorman acredita que há muitos motivos pelos quais os governos tentam controlar as moedas digitais, da lavagem de dinheiro à controlar saídas de capital "e todos os outros motivos".