Depois do Libra, Facebook mira o controle da mente e investe US$ 1 bilhão em startup que permite 'entender' pensamentos

O gigante das redes sociais, Facebook, anunciou o investimento de US$ 1 bilhão na compra da startup CTRL-Labs, segundo comunicado de imprensa compatilhado com o Cointelegraph em 26 de setembro.

Depois de anunciar a stablecoin Libra e gerar uma enorme movimentação e preocupação de reguladores em todo mundo por conta dos impactos que uma criptomoeda da rede social pode causar na estabilidade econômica global, agora, a rede social promete outra séries de problemas.

A CTRL-Labs desenvolveu um software permite que as pessoas controlem um avatar digital usando apenas o pensamento e usa uma pulseira, sim uma pulseira, para medir a atividade dos neurônios a partir do braço e, por meio dela, determina o movimento que a pessoa esta pensando, mesmo que este movimento não seja fisicamente executado.

Andrew Bosworth, vice-presidente da divisão de realidade virtual aumentada do Facebook, afirmou que através da aquisição, a startup CTRL-labs passará a formar parte do "laboratório de realidade" da empresa, com o objetivo de aperfeiçoar a tecnologia e convertê-la em um produto de massa rapidamente, desta forma a tecnologia desenvolvida pela empresa deve integrar óculos de realidade virtual a serem desenvolvidos pelo Facebook.

"Sabemos que há maneiras mais naturais e intuitivas de interagir com dispositivos e tecnologia e queremos desenvolvê-las", disse Bosworth ao anunciar o acordo.

Como noticiou o Cointelegraph, sobre o projeto Libra, o Facebook está adotando uma abordagem muito mais cuidadosa com o projeto de sua criptomoeda do que seus projetos anteriores, confirmou o CEO Mark Zuckerberg.

moeda digital do Facebook está sob fogo cruzado de governos de todo o mundo desde que seu white paper veio à tona vários meses atrás. Até agora, as audiências regulatórias de alto nível não conseguiram reprimir as reações negativas; os governos temem que o Libra prejudique os sistemas de moeda fiduciária.

“Parte da abordagem e como mudamos é que agora, quando fazemos coisas que serão muito sensíveis para a sociedade, queremos ter um período em que possamos sair e conversar sobre eles, consultar pessoas, obter feedback. e trabalhar com os problemas antes de lançá-las”, disse Zuckerberg