12h
Ana de Mattos, analista técnica e trader parceira da Ripio.
Análise do Bitcoin
O preço do Bitcoin retomou a alta e atingiu, até o momento desta publicação, a máxima de US$ 74.050.
À medida que o preço sobe, é possível observar o aumento do volume financeiro no topo do gráfico.
Esse movimento sugere que a exaustão da força compradora está iniciando, e que pode haver realizações de lucro por parte dos vendedores. Caso este movimento se confirme, os próximos suportes estão nas faixas de preços de US$ 70.150 e US$ 67.090.
No entanto, se houver continuidade da alta, haverá resistência na faixa de preço dos US$ 74.800 e US$ 75.500.
Análise do Ethereum
Após atingir a mínima de US$ 1.800 no dia 24 de fevereiro, o preço do Ethereum retomou a alta e atingiu a máxima de US$ 2.199 até o momento desta publicação.
Ao analisar o fluxo é possível observar que a força compradora segue predominante. Este movimento sugere continuidade de alta até as resistências dos US$ 2.360.
No entanto, se houver retomada da baixa, os próximos alvos que atuarão como suporte estão nas faixas de preços de US$ 1.940 e US$ 1.747.
Análise da Jupiter
O destaque de hoje vai para a Jupiter, que entre os dias 24 de fevereiro a 04 de de março teve uma valorização de mais de 42%.
O preço da JUP deixou de ser negociado por US$ 0.140 e atingiu a máxima de US$ 0.200 no período acima citado.
Se houver continuidade da alta, o preço do ativo poderá buscar as regiões de liquidez dos US$ 0.207 e US$ 0.216. No entanto, caso ocorra correção no preço, haverá suporte nos US$ 0.186 e US$ 0.174.
11h30
Israel Buzaym, Country Manager Brasil da Kast
Em um primeiro momento, conflitos geopolíticos como esse entre Estados Unidos, Israel e Irã costumam gerar forte incerteza e provocar um movimento clássico de “fly to safety”, com saída de capital de ativos considerados mais arriscados, como criptomoedas. O Bitcoin tende a reagir inicialmente como ativo de risco, acompanhando bolsas e tecnologia, com aumento relevante de volatilidade.
_No campo macroeconômico, a tensão envolvendo o Irã tem impacto direto no petróleo. Qualquer risco de interrupção de oferta pressiona o preço do barril, o que pode reacender temores inflacionários globais. Petróleo mais caro fortalece o dólar no curto prazo e reduz a expectativa de cortes de juros, o que diminui liquidez internacional e pesa sobre o mercado cripto.
É importante ressaltar que nesses cenários, as stablecoins aparecem como alternativa e os neobanks baseados em stablecoins capturam essa demanda, é o que temos observado com um crescimento contínuo de brasileiros no nosso app comprando cripto dólares. Em momentos de estresse geopolítico e volatilidade cambial, cresce a busca por proteção em ativos atrelados ao dólar, com liquidez global e facilidade de movimentação, o que reforça o papel das stablecoins como ponte entre o sistema financeiro tradicional e o mercado cripto.
Por fim, se o conflito se prolongar ou escalar, exigindo aumento expressivo de gastos militares, podemos ver pressão sobre déficits e dívida pública. Em cenários de expansão fiscal e eventual necessidade de maior emissão monetária, a narrativa do Bitcoin como reserva de valor e proteção contra desvalorização cambial volta a ganhar força no médio e longo prazo
11h
Marco Aurélio, CIO da Vault Capital
O dia 05 de março amanhece com o mercado em modo de recalibração forçada. O petróleo domina o noticiário macro: os mercados registram pressão diante da escalada do conflito entre EUA e Irã, e o reflexo nos preços de energia é imediato. WTI avança 8,80%, Brent opera a $84,77 com alta de 9,04%. Gás natural e gasolina seguem o mesmo movimento, com altas de
6,22% e 6,55%, respectivamente. O vetor é claro: risco real de interrupção no Estreito de Ormuz, que responde por cerca de 20% do fluxo global de petróleo.
A cadeia de transmissão é conhecida. Petróleo mais caro embute inflação. Inflação mais persistente reduz espaço para o Fed cortar juros. Janela de cortes menor fortalece o dólar, abre spreads de crédito e comprime o apetite por risco em ativos sensíveis a liquidez.

Mas aqui está o paradoxo do dia: o Bitcoin não está caindo. Está subindo com força.
Comportamento Recente do Mercado Cripto
O Bitcoin se aproxima de $73.000, acumulando alta de 7,7% nas últimas 24 horas — a primeira vez que o ativo negocia nessa faixa em março. No momento da publicação, BTC opera em torno de $71.472, com Ethereum avançando 6,23% para $2.072, Solana subindo 7,30% para $90,45.

A alta é ampla, mas não é indiscriminada. A dominância do Bitcoin permanece em 58,16%, com o Altcoin Season Index em 35/100, firmemente em território de "Bitcoin Season". Capital está migrando para o ativo de menor risco relativo dentro do espectro cripto. Não é um rali de altcoins. É uma consolidação de hierarquia.
Principais Drivers do Momento
Três forças convergem hoje de forma simultânea.
Fluxo institucional revertendo. O mês de fevereiro fechou com apenas $206 milhões em saída líquida dos ETFs spot de Bitcoin nos EUA — uma redução de 94% frente ao pico de $3,48 bilhões em novembro de 2025. Esta semana, quase $700 milhões fluíram de volta para esses produtos, revertendo uma tendência de saída de quatro meses consecutivos. Quando o fluxo institucional vira, vira rápido. O mercado está vendo essa mudança acontecer em tempo real.

Demanda corporativa voltando ao radar. A Jiuzi Holdings, montadora chinesa de veículos elétricos listada na Nasdaq, anunciou hoje a aquisição de 10.000 BTC — aproximadamente $1 bilhão — via emissão de novas ações, estruturada como uma troca direta por Bitcoin. Não é um trade especulativo. É alocação estratégica de tesouraria. O modelo da MicroStrategy sendo replicado por um ator inesperado, de uma geografia inesperada. O sinal de contágio corporativo está se espalhando além dos EUA.
Narrativa regulatória avançando. O presidente Trump pressionou publicamente pelo avanço do CLARITY Act — o projeto que define a divisão regulatória entre SEC e CFTC para criptoativos — enquanto a unidade bancária da Kraken obteve aprovação do Federal Reserve para acesso a trilhos de pagamento. Dois eventos distintos que apontam para o mesmo vetor: institucionalização regulatória saindo do papel.
Interpretação Estratégica do Cenário
A leitura de curto prazo exige distinguir dois mundos que hoje coexistem em tensão.
No mundo macro, o petróleo em alta reativa o cenário de inflação persistente e posterga cortes do Fed. A escalada do conflito EUA Irã tem aumentado a demanda por ativos de reserva de valor como ouro e Bitcoin, mas também comprime liquidez global. Em ciclos anteriores, esse ambiente penalizava tudo que dependia de apetite por risco.
No mundo on-chain e institucional, o quadro é oposto. Os LTHs acumularam quase 500.000 BTC nos últimos três meses — processo documentado no gráfico da imagem de ontem, com o aumento consistente a partir de janeiro de 2026. A venda líquida de long-term holders recuou 87% entre fevereiro e março, de 243.000 BTC negativos para apenas 31.000 BTC negativos. Mãos fracas venderam. Mãos fortes absorveram. A redistribuição está documentada on-chain.
A alta do Bitcoin está se espalhando para ações ligadas ao setor: Coinbase avançou 13,51% e Robinhood subiu 9,62%, confirmando que o movimento não está isolado no mercado cripto. Há um repricing de risco em curso que ultrapassa o ativo em si.
A síntese do momento: o mercado está aprendendo a precificar o Bitcoin de forma diferente diante de choques geopolíticos. Em 2022, conflitos equivalentes pressionavam o ativo para baixo. Hoje, com Strategic Reserve americano estabelecido, ETFs absorvendo fluxo institucional, e corporações globais comprando BTC como reserva de valor, parte do mercado começa a tratar o ativo como proteção — não como risco puro.
Esse repricing não acontece de uma vez. Acontece em camadas, ao longo de ciclos.
Petróleo sobe. Inflação pressiona. Fed hesita.
Bitcoin sobe junto — porque a narrativa está mudando.
Ruído geopolítico no presente.
Repricing estrutural em andamento.
10h
Guilherme Prado, country manager da Bitget
O rali recente do Bitcoin chama atenção não apenas pela magnitude, mas também pelo contexto de mercado. A criptomoeda acumula ganhos superiores a 10% desde o início do conflito no Oriente Médio e já sobe mais de 15% desde a mínima registrada no sábado, em US$ 63.030, demonstrando resiliência mesmo em um ambiente de maior aversão ao risco nos mercados globais.
Apesar do avanço dos preços, o sentimento ainda permanece em território de medo extremo. O índice de sentimento subiu para 22 na quinta-feira, ante 10 no dia anterior, indicando uma melhora, mas ainda refletindo cautela por parte dos investidores. Do ponto de vista técnico, o Índice de Força Relativa (RSI) se aproxima de 57 e segue apontando para cima, sinalizando que o mercado busca consolidar suportes mais elevados e estender o atual movimento de recuperação.
Nesse contexto, a atenção do mercado se volta para a região de US$ 74.000, uma zona historicamente decisiva para o ativo. Um rompimento claro desse nível — próximo também da média móvel exponencial de 50 dias, em torno de US$ 74.400 — poderia reforçar a confiança dos investidores e atrair novos compradores. Uma continuação da alta do RSI ajudaria a confirmar esse cenário mais construtivo no curto prazo.
Ao mesmo tempo, traders também acompanham de perto a agenda macroeconômica dos Estados Unidos. A divulgação do relatório de emprego de fevereiro em 6 de março, seguida pelos dados de inflação (CPI) em 11 de março e pela próxima reunião do FOMC nos dias 17 e 18, pode influenciar diretamente o apetite por risco nos mercados globais — e, consequentemente, o comportamento do Bitcoin nas próximas semanas.
6h30
Manish Chhetri
O Bitcoin está se mantendo bem, considerando a incerteza gerada pelo Oriente Médio. Apesar da alta desta semana, a perspectiva de longo prazo permanece pessimista . Aqui estão três razões pelas quais acredito que a tempestade para a maior criptomoeda ainda não acabou.
A recente consolidação de preços renovou as esperanças de que a correção tenha terminado. Embora muitos participantes do mercado acreditem que o preço do BTC esteja atingindo o fundo do poço, acho que o pior ainda está por vir .
1) Um potencial aumento da inflação relacionado à guerra pesa
A guerra entre Israel e os EUA contra o Irã abalou os mercados financeiros globais . Os temores de um bloqueio prolongado do Estreito de Ormuz, que controla cerca de 20% do fornecimento mundial de petróleo, já levaram a um aumento de mais de 15% nos preços do petróleo bruto.
Devido à guerra em curso, as rotas de transporte de petróleo foram interrompidas, o que levou a uma restrição na oferta global. Muitos países possuem atualmente reservas estratégicas de petróleo limitadas, que poderiam suprir a demanda apenas por um curto período – e interrupções prolongadas poderiam pressionar ainda mais o abastecimento.
Uma alta constante e prolongada nos preços do petróleo quase certamente aumentaria a pressão sobre a inflação global, uma vez que o aumento dos custos de energia se propagaria pelos setores de transporte e produção, elevando os custos de bens e serviços para os consumidores.
Isso ocorreria em um momento em que muitos bancos centrais ao redor do mundo ainda estão lidando com uma inflação acima da meta . Esse cenário não apenas descartaria novos cortes nas taxas de juros, digamos, pelo Fed ou pelo BCE , como também colocaria em discussão a possibilidade de um aperto monetário .
O Bitcoin não gosta disso. O BTC e o mercado de criptomoedas em geral enfrentam dificuldades em ambientes de altas taxas de juros, porque os altos custos de empréstimo reduzem a liquidez do mercado e direcionam os mercados para ativos mais seguros e rentáveis.
Em outras palavras, os investidores podem abandonar o Bitcoin em favor de ativos considerados seguros, como o dólar americano ou o ouro .
Embora seja verdade que o Bitcoin tenha sido há muito tempo considerado por seus defensores como o ativo de refúgio definitivo, os mercados não o consideram amplamente como um destino tradicional durante crises agudas de mercado .
2) As métricas on-chain não sinalizam nenhum fundo
Com o Rei das Criptomoedas sofrendo uma correção de mais de 50% em relação à sua máxima histórica, muitos gurus do setor ressurgiram com declarações como "BTC está subvalorizado", "Compre na baixa" ou "Nunca veremos o BTC a US$ 60 mil ou US$ 70 mil".
No entanto, em vez de seguir a mentalidade da manada, os investidores inteligentes devem se concentrar em métricas de avaliação objetivas para determinar se o Bitcoin está realmente subvalorizado nas condições atuais do mercado.
Algumas métricas de avaliação da CryptoQuant fornecem uma visão mais clara disso. Por exemplo, a relação entre o Valor de Mercado e o Valor Realizado (MVRV) está em 1,3, fora da área de extrema subvalorização (destacada em verde no gráfico abaixo), onde historicamente se formaram os fundos de mercado.
A história mostra que, uma vez que o MVRV entra nessa zona – algo que ainda não aconteceu – o mercado geralmente precisa de quatro a cinco meses para estabelecer uma base sustentável.
Doações em stablecoins crescem à medida que a filantropia cripto amadurece, diz relatório
Embora isso indique que o Bitcoin está próximo de seu valor justo, ele não está nos níveis subvalorizados que historicamente sinalizaram o fundo de um mercado de baixa .

Da mesma forma, o gráfico de Lucro/Prejuízo Líquido Não Realizado (NUPL), uma medida das margens de lucro/prejuízo dos detentores de BTC, permanece bem acima da área de extrema subvalorização (linha azul) e está em tendência de queda.
Historicamente, os preços atingem o fundo do poço quando os detentores de ativos estão sofrendo perdas não realizadas de cerca de 20%, o que não é o caso hoje .
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As principais métricas de avaliação apontam para um possível piso para o BTC em torno de US$ 56.500. Essa estimativa surge após a análise das faixas de preço realizadas do Bitcoin, que historicamente serviram como importantes áreas de suporte durante mercados de baixa anteriores..
Nos dois mercados de baixa anteriores (novembro de 2022, após o colapso da FTX, e dezembro de 2018), o preço do BTC caiu abaixo dessas faixas de preço em 24% e 30%, respectivamente. Depois que o preço atinge esse nível, tende a se estabilizar por 4 a 6 meses.
Atualmente, o preço do Bitcoin ainda está 22% acima dessa marca . Portanto, novamente, ainda não há sinais de que o mercado tenha atingido o fundo.

3) A perspectiva técnica reflete o mercado de baixa do final de 2021 até 2022.
O gráfico semanal do Bitcoin mostra uma movimentação de preços semelhante à do mercado de baixa do final de 2021 e 2022.
Em 2021, o BTC atingiu uma nova máxima histórica de US$ 69.000 em novembro, corrigindo em mais de 77% para uma mínima em torno de US$ 15.476 em novembro de 2022, ao longo de 378 dias. O Bitcoin então consolidou-se pelos 112 dias seguintes antes do início de outro ciclo de alta em 2023.
Agora, vamos analisar o ciclo atual: o BTC atingiu uma nova máxima histórica de US$ 126.199 em outubro de 2025 e, desde então, corrigiu mais de 50% até o final de fevereiro, fechando abaixo da média móvel exponencial de 200 semanas, em US$ 68.087.
Uma correção de preço tão drástica costuma ser acompanhada por breves períodos de alívio dentro de uma tendência de baixa mais ampla , como visto nesta semana com o BTC, que subiu 10% e estava cotado acima de US$ 72.500 na quinta-feira. Esses movimentos ascendentes de curto prazo são normais e também foram observados durante o ciclo de mercado de baixa anterior.
Se o padrão de 2021-2022 se mantiver, o BTC poderá atingir uma mínima de US$ 28.300 (uma queda de 77,51% em relação à máxima histórica de 2025) por volta de meados de outubro. Depois disso, precisaria de cerca de mais 100 dias para iniciar outro ciclo de alta.
Desse modo, a resiliência do Bitcoin nos últimos dias reacendeu o otimismo entre os investidores, mas o panorama geral revela uma história mais cautelosa . Riscos crescentes de inflação, indicadores de avaliação que ainda não sinalizam uma capitulação e uma estrutura técnica que remete a mercados de baixa anteriores apontam para a possibilidade de que a recuperação atual seja apenas um alívio dentro de uma tendência de baixa mais ampla .
A calmaria no mercado de Bitcoin pode ser temporária – e o mercado de criptomoedas pode ainda estar atravessando o meio da tempestade, em vez de se aproximar do seu fim.
6h10
O preço do Bitcoin (BTC), na manhã desta quinta-feira, 05/03/2026, está cotado em R$ 375.800,29. O BTC registrou uma forte alta nas últimas 24h, chegando a US$ 74 mil, antes de recuar para os US$ 72.500 atualmente.

André Franco, CEO da Boost Research, afirma que os mercados asiáticos registraram recuperação após a forte volatilidade causada pela escalada do conflito no Oriente Médio.
O índice KOSPI da Coreia do Sul liderou os ganhos, enquanto outros mercados da região também avançaram, refletindo uma melhora moderada no apetite por risco depois de perdas expressivas nos dias anteriores.
A recuperação foi impulsionada pelo alívio temporário nos rendimentos dos Treasuries e por sinais de estabilização nos mercados globais, embora o cenário continue frágil devido à guerra envolvendo EUA, Israel e Irã e aos riscos inflacionários associados à alta dos preços de energia.
Já o Bitcoin, cotado aproximadamente em US$ 72.500, tem uma expectativa de curto prazo levemente positiva. A melhora temporária no sentimento de risco global tende a aliviar a pressão vendedora sobre o BTC, permitindo uma extensão da recuperação após as quedas recentes. No entanto, a continuidade da crise no Oriente Médio e o risco de novos choques no preço do petróleo, que podem alimentar temores inflacionários e adiar cortes de juros, limitam o potencial de uma alta mais forte no curto prazo. Assim, o Bitcoin deve permanecer em consolidação dentro de uma faixa próxima aos níveis atuais, reagindo principalmente ao humor macro global.
Bitcoin análise técnica
O interesse em aberto do Bitcoin subiu 9,38% em 24 horas, para US$ 431,78 bilhões, mas a taxa média de financiamento permanece profundamente negativa em -0,0015%, sendo que ocorreram mais de US$ 228 milhões em liquidações de posições short de BTC nas últimas 24 horas.
Isso é um sinal de baixa para o Bitcoin, pois o aumento do interesse em aberto, juntamente com taxas de financiamento negativas, sugere que novas posições vendidas estão sendo abertas, apostando em novas quedas de preço. As liquidações significativas indicam que a alta alavancagem está sendo eliminada, criando pressão vendedora”, disse o analista Mike Ermolaev.
O Índice de Medo e Ganância das Criptomoedas está em 29 (Medo), subindo de 19 (Medo Extremo) ontem, o que indica ainda um cenário neutro para o Bitcoin, pois mostra uma clara recuperação do sentimento em relação às mínimas recentes, o que pode sustentar os preços. No entanto, o índice permanece em "Medo", sugerindo que o mercado em geral não tem convicção em um movimento de alta sustentado.
Outro ponto é que o patrimônio líquido sob gestão (AUM) do ETF Spot Bitcoin nos EUA agora está em US$ 92,37 bilhões, uma queda em relação aos US$ 107,41 bilhões de um mês atrás.
Isso é um sinal de baixa para o Bitcoin, porque uma queda mensal de aproximadamente 14% nos ativos sob gestão de ETFs aponta para saídas líquidas e arrefecimento da demanda institucional, um pilar fundamental da estrutura atual do mercado.
Portanto, o preço do Bitcoin em 05 de março de 2026 é de R$ 380.038,26. Neste valor, R$ 1.000 compram 0,0026 BTC e R$ 1 compram 0,0000026 BTC.
As criptomoedas que estão registrando as maiores altas no dia 05 de março de 2026, são: Lombard (BARDO), Pi (PI) e Humanity Protocol (H), com altas de 36%, 13% e 12% respectivamente.
As criptomoedas que estão registrando as maiores baixas no dia 05 de março de 2026, são: Stable (STABLE), Near Protocol (NEAR) e River (RIVER) com quedas de -7%, -6% e -6,1% respectivamente.
O que é Bitcoin?
O Bitcoin (BTC) é uma moeda digital, que é usada e distribuída eletronicamente. O Bitcoin é uma rede descentralizada peer-to-peer. Nenhuma pessoa ou instituição o controla.
O Bitcoin não pode ser impresso e sua quantidade é muito limitada – somente 21 milhões de Bitcoin podem ser criados. O Bitcoin foi apresentado pela primeira vez como um software de código aberto por um programador ou um grupo de programadores anônimos sob o codinome Satoshi Nakamoto, em 2009.
Houve muitos rumores sobre a identidade real do criador do BTC, entretanto, todas as pessoas mencionadas nesses rumores negaram publicamente ser Nakamoto.
O próprio Nakamoto afirmou ser um homem de 37 anos que vive no Japão. No entanto, por causa de seu inglês perfeito e seu software não ter sido desenvolvido em japonês, há dúvidas sobre essas informações. Por volta da metade de 2010, Nakamoto foi fazer outras coisas e deixou o Bitcoin nas mãos de alguns membros proeminentes da comunidade BTC.
Para muitas pessoas, a principal vantagem do Bitcoin é sua independência de governos mundiais, bancos e empresas. Nenhuma autoridade pode interferir nas transações do BTC, importar taxas de transação ou tirar dinheiro das pessoas. Além disso, o movimento Bitcoin é extremamente transparente - cada transação única é armazenada em um grande ledger (livro-razão) público e distribuído, chamado Blockchain.
Essencialmente, como o Bitcoin não é controlado como uma organização, ele dá aos usuários controle total sobre suas finanças. A rede Bitcoin compartilha de um ledger público chamado "corrente de blocos" (block - bloco, chain - corrente).
Se alguém tentar mudar apenas uma letra ou número em um bloco de transações, também afetará todos os blocos que virão a seguir. Devido ao fato de ser um livro público, um erro ou uma tentativa de fraude podem ser facilmente detectados e corrigidos por qualquer pessoa.
A carteira do usuário pode verificar a validade de cada transação. A assinatura de cada transação é protegida por assinaturas digitais correspondentes aos endereços de envio.
Devido ao processo de verificação e, dependendo da plataforma de negociação, pode levar alguns minutos para que uma transação BTC seja concluída. O protocolo Bitcoin foi projetado para que cada bloco leve cerca de 10 minutos para ser minerado.
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