A empresa Neozelandesa de criptomoedas Easy Crypto, que recentemente iniciou suas operações no Brasil com a Easy Crypto Brasil, anunciou que acaba de captar R$ 65 milhões (NZ$ 17 milhões) de um grupo de investidores em uma oferta com alta demanda, maior do que a disponibilizada pela empresa.
Segundo a empresa, entre os grandes apoiadores estão a Nuance Connected Capital, empresa de Venture Capital sediada em Auckland, a Pathfinder KiwiSaver, a Ice House Ventures e algumas outras empresas estrangeiras.
A CEO e co-fundadora da Easy Crypto, Janine Grainger, disse que a rodada de financiamento bem-sucedida foi um marco importante para a empresa e para o futuro do setor de Bitcoin (BTC) e criptomoedas.
“As criptomoedas ainda são um pouco marginalizadas, um tanto voláteis, e acho que demorou um pouco para encontrarmos investidores que tivessem aquela visão estratégica e de futuro para apoiarem o que estamos fazendo.”, disse.
Ela disse que demorou 13 meses para captar o primeiro dólar de investimento e, em seguida, levantou os NZ$ 17 milhões em três semanas.
Planos para o Brasil
Para a Easy Crypto Brasil, o momento é de assegurar a qualidade do serviço prestado e ampliar a oferta de produtos para o mercado brasileiro. Segundo André Sprone, diretor do braço brasileiro da empresa, essa é uma grande oportunidade para a Easy Crypto atingir um público ainda maior.
“Iniciamos nossas operações no Brasil há 1 mês, e temos agora a possibilidade de crescer exponencialmente no país. Até o final do ano teremos grandes novidades com relação aos produtos ofertados e ao serviço prestado. Nossa prioridade é sempre atender o nosso cliente da melhor forma possível, e continuaremos focados nisso.” diz André.
Janine disse que a recente injeção de capital deu à empresa o poder de fogo necessário para expandir a gama de produtos que oferece e se estabelecer em novos mercados, incluindo as Filipinas e a Indonésia.
“O motivo de estarmos almejando esses mercados é que há uma grande quantidade de pessoas ainda desbancarizadas ou sem muito acesso a produtos financeiros.”
Grainger disse que, a longo prazo, abrir o capital da empresa é possível.
“Ainda estamos trabalhando em como será e quais são os planos para nós no futuro, mas muito provavelmente estaríamos olhando para um IPO (oferta pública inicial). Mas, mais importante, o que realmente está nos impulsionando é o que vamos entregar aos clientes e o que vamos entregar aos clientes globalmente", finalizou.
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